
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores.....Você merece estar aqui?

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Dica: você é de Londrina? Tem blog?
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
E você achando que ele era "só" um macaco....
Você sabe quais são os grandes primatas? O homem, os chimpanzés, os gorilas, os orangotangos e os bonobos (antes chamados de chimpanzés pigmeus). Bem, talvez essa lhe pareça apenas uma lista de grandes macacos, como os chamamos normalmente, tirando o homem...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Série eu amo animais e ensino - textos pela castração
Com o texto misto acima, podemos somar, dividir, descobrir porcentagens, podemos fazer uma leitura compreensiva além de realizar atividades de construção textual, pedindo, por exemplo, aos alunos, que transformem em apenas escrita o que está sendo dito de forma mista.
É claro que os alunos podem chegar a outras respostas para a questão, como, por exemplo, a solução seria a morte pela carrocinha/CCZ, mas essa discussão pode ser um ponto de partida muito interessante para realizar uma pesquisa e transformar sua aula em um julgamento, inclusive com formalização da linguagem jurídica, no qual os alunos vão aprender a utilizar níveis e modalidades diferentes de língua bem como estratégias de argumentação. sábado, 20 de dezembro de 2008
Atividade com o texto - coesão e coerência - poema
O poema está todo misturado! Quer ajudar?
Observe as pistas no texto e vá organizando as estrofes.
O ron-ron do gatinho - Ferreira Gullar
(do livro "Um gato chamado Gatinho", da editora Salamandra)
O gato é uma maquininha
que a natureza inventou,
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Tudo bobagem, despeito,
esse ron-ron em seu peito
não é doença - é carinho.
Calúnias contra o bichinho!
que bate em seu coração
No passado se dizia
que esse ron-ron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Série amor aos animais - O Natal da Vaca 2804

Estou inspecionando os utensílios de um natal da cultura ocidental. Primeiro caem as luzes da china nas minhas mãos. Elas dormem onze meses do ano na caixa "x-mas", que se encontra no sótão. Quem será que as montou? Uns dos milhares de trabalhadores que trabalham 60 horas por semana ou mais? Tudo por um pouquinho de arroz? Não sei. Lá, estou vendo as bolinhas da árvore de natal, algumas estrelinhas que os filhos fabricaram anos atrás com os dedinhos pequeninos, um anjo com uma asa quebrada, algumas velas e o presépio.No presépio há um casal, uma criança, anjos, pastores, ovelhas, um burro e uma vaca.
A vaca é marrom, mas ela me lembra uma vaca branca com manchas marrons, que vi no último inverno.Visitei uma fazenda no interior de Santa Maria não-sei-do-que. Lá estavam centenas de vacas no pasto, a maioria branca, algumas marrons e poucas brancas com marrom. Não sei se eram de raça, mas elas estavam pastando. Uma estava na cocheira e me olhou com seus olhos grandes, calmos e muito profundos.O capataz me contou que ela dará cria daqui a pouco tempo, e não pode ir para o pasto. Ela já tinha dado muitas crias, a última foi problemática, e agora eles querem observar o animal. Na orelha dela vi uma plaquinha: "2804". Minhas mãos acariciaram a cabeça dela e em seguida ela lambeu meu braço.
Sabem como a língua de uma vaca é áspera? Quase doeu. E aqueles olhos! Ela me olhou de uma maneira que nunca vou esquecer! Ela queria me pedir alguma coisa, mas o quê? E de novo aquela língua. O que será que ela queria? Ela tinha alfafa, milho, água e a cocheira estava limpa.Quando fui visitá-la, há uma semana, ela não estava mais na fazenda. O capataz primeiro nem se lembrou, pois eles possuem centenas de vacas, mas depois que ele deu uma olhada no livro, ele contou que ela dera cria, um terneiro macho. Nove crias ela deu, cada ano uma. Três delas não sobreviveram, mas isso era normal se os terneiros não ficassem com a vaca, disse ele. Por que não ficam com a vaca? Pergunta boba! Para que ela entre logo no cio novamente e produza mais. A fazenda vive disso. - Ela vive dos berros fortes das vacas e dos berros fininhos dos terneiros.
Me lembrou de uma história da Argentina. Alguns vaqueiros atravessaram um lago com um lote de gado numa balsa. As vacas estavam amarradas na balsa com correntes pelos chifres, para não cairem. Mas um terneiro caiu na água e se afastou logo da balsa. Os vaqueiros não conseguiram salvar o bichinho. A perda econômica foi pequena. A mãe vaca berrou desesperadamente e tentou se livrar da corrente. Ela quis salvar o seu filho. Mas a corrente ficou firme. A vaca não desistiu e lutou com forças sobrebovinas. No momento em que ela desapareceu na água, ficaram na balsa a corrente e o chifre dela. Amor materno bovino!
A vaca 2804 então não estava mais na fazenda. Todos os seus filhos desapareceram tão logo nasceram. Posso imaginar como ela berrou! O capataz contou que foi sorte ter vendido a vaca, mesmo tão velha. Foi para a capital do estado, 600 km da fazenda. Pensei nos transportes dos animais, horas a fio no sol, sem água e na chuva, o vento frio, será que ela não sofreu na viagem? E nas curvas – o chifre da vizinha não se cravou nos lados dela? Um buraco na estrada, será que ela caiu? As outras talvez pudessem ter caído em cima dela? Quantos animais sofrem e morrem nas viagens?
Chegando ao frigorífico pode ser que tenha ganho água, ou talvez não. Os métodos na maioria dos frigoríficos são arcaicos. Nem sempre a marreta garante uma morte inconsciente. Ouvi de um funcionário de um frigorífico, que às vezes os animais ficam dez minutos conscientes, sentindo tudo o que acontece, tirarem suas patas, abrirem sua barriga, tirarem seu chifre, não sei o que mais. E a nossa 2804? Ninguém no frigorífico tomou nota das plaquinhas. Branco com marrom? Ih! Muitas!
Amigo, amiga, se você encontrar no seu espeto, no seu prato um pedaço da 2804, diga a ela, não ao pedaço, ... deixe pra lá! Feliz Natal! E um Feliz Ano Novo!

Fonte
Site Pro-Animal http://www.projetoproanimal.com.br/
Bjs
domingo, 7 de dezembro de 2008
Série amor aos animais - receita para a solidão: Chuchu e Elvis!!!
Pessoal, tenho aqui dois animais que procuram por um humano que queira ser amigo para sempre.
O primeiro se chama Chuchu. É um cachorrinho muito querido. Quem toma conta dele é a Juliana, uma garota legal e que ama muito o Chuchu, mas ela não pode mantê-lo em casa, então nós precisamos urgentemente encontrar alguém que possa cuidar dele. Olha só as fotos que ela tirou:

O segundo é o gatinho Elvis. Ele já foi retirado das ruas uma vez e mora com aDrika, só que tem um outro morador na casa que não quer saber dele: um rott! Por isso ele precisa de uma casa nova, de um porto seguro... de um amigo mesmo. Ele não pode ficar onde está, tem apanhado de um Rott! Gente, sabe Deus o que é isso?
Se você quiser ficar com um dos dois, ou mesmo com os dois, não paga nada, não, e tenho certeza de que vai ganhar um amigão (ou dois, quem sabe?).
Mande um e-mail para mim: rosa-belli@hotmail.com
Estou esperando, ok?
Bjs!
Série nova: vi, gostei e trouxe para mostrar!
Série eu amo poesia. Textos para educar.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Experiências
Na postagem anterior, citei o médico do INCOR...mas me lembrei de uma experiência semelhante à vivida pelo cão que grita com as lágrimas, de fato, estive quase no lugar do cão (sim, porque eu poderia gritar bastante no ouvido dos médicos, não é?) .....as minhas duas cirurgias de cesarianas...siiim, isso é meio tétrico,... mas eu me lembro bem de estar deitada, com a barriga aberta, esperando que os médicos tirassem meus bebês e de pensar, meio apavorada: "se esses caras errarem a conta da anestesia, tô lascada!"
Série amor aos animais: Lista nacional de discussão da InterNICHE Brasil
“Quem já viveu a dura experiência de encarar um cão subanestesiado tendo suas vísceras extraídas, e ao olhar seu olhos ver lágrimas, apenas lágrimas como manifestação de dor, já que toda sua musculatura está paralisada pelos bloqueadores neuromusculares, sabe exatamente do que estou falando”. O desabafo é do cientista e médico cardiologista do Instituto do Coração (InCor) de São Paulo, Marcelo Andrade, ativista que lembra da experiência vivida durante a faculdade para exemplificar por que defende que a ciência não precisa da vivissecção."
(Fonte: MARTONI, Lígia. Vivisecção nas Universidades do Paraná. [22/09/2006] Paraná On-line. InternicheBrasil. http://www.internichebrasil.org/noticias2.htm#gazeta)
As mensagens podem ser acessadas pelo site:www.egroups.com/group/internichebrasil
Para se inscrever na lista envie uma mensagem para:internichebrasil-subscribe@yahoogroups.com
P.S.: A mensagem não deve ter nada no subject ou corpo de mensagem
Ou então contate-nos e solicite sua inscrição na lista.
Nossos filhos talvez não sejam bons o bastante para o planeta....
Série autocrítica.
Você prefere vê-lo assim....
Ou assim?
Bem, quer ver como se ajuda um animal na rua? Dá uma olhadinha neste vídeo da PEA:
"Que eles são seres sensíveis e capazes de trazer felicidade, ninguém pode negar. Que sua sensibilidade de prazer e dor física é menor que a nossa, ninguém pode provar. E que há alguma razão pela qual eles não devam ser respeitados com proporcional ternura, nós não podemos aceitar."
Herman Daggett, The Rights of Animals, An Oration, 1791)
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Série amor aos animais: exemplo de cuidado e carinho
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Finalmente, respostas para as suas dúvidas sobre a vida dos animais usados pelos humanos
Sim, o peixe sente dor quando é pescado....já imaginou um anzol furando seu lábio e puxando seu corpo para fora da água? Imagine todo seu peso puxando para baixo, enquanto um anzol o puxa para cima. Sem contar o fato de que eles morrem por não poderem respirar. (Ah, a minhoca também se sente muito mal mesmo ao ser cortada no meio e espetada no anzol...)
Sim, os bois, vacas, porcos e galinhas (fora os outros animais) que você come sentem dor ao morrer. Muitos, uma quantidade imensa, são cortados, esfolados (retirada a pele), desmembrados e cozidos em água fervente enquanto ainda estão vivos. Lembra de quando queimou o dedinho? Imagine ser cozido vivo! Ah, por falar nisso, é assim que morrem o caranguejo e a lagosta para virar "iguarias" nos pratos. Ué, claro que sente dor...
Sim, há coisa pior ou de igual crueldade com todo tipo de animais, sim! Não, não estou brincando... Quer ver? Olha, gansos são presos e têm um tubo enfiado pela boca para que comam até não poder mais. Aí, eles ficam tão gordos que os ratos vêm comê-los à noite e eles não podem se levantar para se defender...Ah, esqueci, eles ficam presos em uma baiazinha, sem poder sair para não gastar energia. Como para quê? Para que pessoas com "money" suficiente possam comer seus fígados. É assim, olha, vou explicar para você: eles comem tanto que os fígados deles incham e são retirados para fazer patê. Tem idéia? Não? Imagine retirar seu fígado para fazer patê... Não é nada bom, né? Sentiu uma pontadinha de desespero?
Pois é, acontece. Juro por Deus!
Olha, a lista vai longe...Há tantas verdades ainda não contadas o suficiente sobre a relação do homem com o animal que até parece que estão escondendo coisas de você, querido leitor ou leitora. Mas, olha, nada fica escondido por muito tempo, viu? E uma hora dessas todo mundo vai descobrir o que certas pessoas insistem em fazer com os animais em laboratórios, em matadouros, em rituais, em casa, nas cozinhas e restaurantes...
Será que alguém vai fazer alguma coisa, hem? Será que alguém vai parar e pensar que isso é crueldade mesmo? Que há seres vivos sendo cozidos ou esfolados, sentindo dores imensas sem que niguëm faça nada?
E certo que há muita gente lutando contra esses abusos, mas não parece ser suficiente! Por quê? Porque falta VOCÊ! Isso mesmo, VOCÊ! Seus vizinhos, seus parentes, sua namorada...Ops, namorado...Falta o que VOCÊ pode fazer....Afinal de contas quem pode contar tudo isso às pessoas que você conhece de modo a que elas acreditem? De maneira a que elas fiquem realmente influenciadas? Só VOCÊ! Se VOCÊ está lá quando um animal é assassinado, só você pode protegê-lo! E você pode! Basta querer...
Entre nessa luta! Leia mais, procure sites de assossiações como a Interniche Brasil, a Arca Brasil, o Instituto Nina Rosa e tantos outros. Pare de comer carne, use somente cosméticos não testados em animais, não use peles de nenhum tipo, proteste, divulgue no seu e-mail, não vá a circos com animais....Há muita coisa para ser feita.... Não se iluda, onde tem lucro, não há tempo nem interesse pelo outro. Mesmo que ele seja um terráqueo feito de sangue e tripas como nós.
Mude! (Ih, viciei nos vídeos!)
Mudar nossos modelos de comportamento faz muito bem, sabia? Está provado que o cérebro agradece demais mesmo as novidades que experimentamos....ele se renova, se refresca, faz musculação e fica em super boa forma...Por que você acha que na infância os dias eram mais compridos? Conforme vivemos, passamos a fazer sempre as mesmas coisas, tudo se repete, o cérebro aprende a viver no piloto automático, a contagem do tempo fica fácil e o dia passa mais rápido. Juro que estou falando a verdade...Aprenda algo novo todos os dias!
Série amor aos animais - Não, animais não sentem....é puro instinto....Ainda bem, não é? Se sentissem como nós...
Vídeo maravilhoso esse que achei no You Tube! Faz a gente pensar muito......
domingo, 23 de novembro de 2008
Série amor aos animais - Sobre as experiências científicas: diga não à crueldade


sexta-feira, 12 de setembro de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
sexta-feira, 6 de junho de 2008
To my father: poem No. 9 from "Twelve Songs” W.H. Auden
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.
Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.
He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.
The stars are not wanted now; put out every one,
Pack up the moon and dismantle the sun,
Pour away the ocean and sweep up the wood;
For nothing now can ever come to any good.













