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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores.....Você merece estar aqui?


"Com o passar do tempo, nós moldamos nossas vidas, e moldamos nós mesmos. 
O processo nunca termina até que morremos. 
E as escolhas que fazemos, no final das contas, são de nossa responsabilidade."

Eleanor Roosevelt



quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Dica: você é de Londrina? Tem blog?



Acesse e tenha a faixa "Este blogue é de Londrina". 

http://blogsdelondrina.blogspot.com/2008/11/como-ter-faixa-este-blog-de-londrina.html
Bjs

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

E você achando que ele era "só" um macaco....

Você sabe quais são os grandes primatas? O homem, os chimpanzés, os gorilas, os orangotangos e os bonobos (antes chamados de chimpanzés pigmeus). Bem, talvez essa lhe pareça apenas uma lista de grandes macacos, como os chamamos normalmente, tirando o homem... 


Aliás, talvez até lhe pareça um absurdo que o homem seja colocado no mesmo grupo desses animais, somos tão mais bem preparados, não é? Somos filhos de Deus, alguns dirão, temos alma, outros complementarão e de "ão"em "ão" vamos encontrando mil e uma formas de negar nosso parentesco, nossa ligação com o resto da natureza.... 


Fotos de Steve Bloom. 

Prepare-se, caro amigo ou amiga, você vai ter que mudar seus conceitos logo, logo.... 

Não somente os estudos científicos, mas a própria convivência das pessoas com esses animais vem demonstrando que eles são mais do que "animais", como estamos acostumados a vê-los, encerrados em jaulas nos zoológicos ou em laboratórios... Normalmente, a convivência leva ao respeito. Ninguém, em sã consciência, pode dizer que eles não têm algum tipo de vida emocional... ou psicológica... como queiram chamar, mas não há como não enxergar. 

Se ainda esperamos deles apenas gracinhas, truques, caras e bocas, vamos nos surpreender ao saber dos seguinte: a) eles são conscientes de sua própria existência, reconhecem a si mesmos no espelho e reconhecem outros seres mesmo em fotografias; b) têm os mesmos sentimentos que nós temos, inclusive sofrem de depressão e outros problemas psiquiátricos. Podem, inclusive, enlouquecer devido ao stress... 

Isso é o que afirma a reportagem da Revista Planeta de janeiro de 2009.  São dois textos menores que se complementam: "Macacos me mordam! Chimpanzés surpreendem na interação com humanos" e "Diferença é pequena".  Juntos trazem informação suficiente para uma super aula de ciências, das boas! 

Principalmente na primeira reportagem, o que se vê são essas percepções serem elencadas. Lê-se também que chimpanzés de zoológicos podem acabar loucos como qualquer humano exposto a estranhos, sem direito à privacidade e à liberdade, e reagem até com a automutilação (morder-se e arrancar os pêlos)...

"Os chimpanzés são muito inteligentes. Colocá-los nessas condições é como prender um homem em uma jaula", afirma Pedro Ynterian, empresário e dono do Criadouro Velho Jatobá e Santuário GAP Projeto Grandes Primatas), em Sorocaba (SP). O Projeto, criado pelo filósofo Peter Singer, é internacional e Pedro é seu atual presidente, o que faz do Brasil sua sede.

De acordo com a reportagem, nosso país possui quatro santuários familiares que abrigam 74 chimpanzés, grande parte vinda de circos e de zoológicos. Nestes últimos sofrem ainda mais do que nos primeiros. A ligação humana, possível em um circo, é inexistente nos zoológicos e isso faz muita diferença. 

Não que, em circos, suas vidas sejam muito melhor.  "Eles têm seus dentes arrancados, são castrados (para que não se tornem uma ameaça) (...), Hulk, por exemplo, foi vítima dessas agressões. Quando o encontraram, ele estava cego devido a uma infecção nos olhos."Afirma Pedro Ynterian, na reportagem. Em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Curitiba, os circos com animais não podem entrar na cidade. Outras cidades têm a mesma lei. Todas deveriam ter...

Com uma diferença de apenas 0,6% do DNA humano, o comportamento desses animais é muito semelhante ao nosso, só não podem falar... A presidente da GAP no Brasil, Selma Mandruca, defende os chimpanzés como "seres humanizados", justificando que, se não podem ser chamados de homens, também não são animais domesticados, "a distância genética entre homens e os chipanzés se revelou tão pequena que ambos deveriam ser classificados na mesma espécie - algo como o Homo Macacus, se o latium assim o permitisse."




Mas não são somente os chimpanzés os que possuem uma relação tão próxima ao homem, orangotangos e gorilas são capazes de transmissão cultural, por exemplo....E os bonobos têm sido estudados também. Carlos Vogt, falando sobre o livro "Eu, primata: porque somos como somos", de Franz de Waal, biólogo holandês (atualmente nos EUA) que pesquisa a inteligência social desses animais, afirma o seguinte: 

"A novidade que estudiosos da área apresentam é que o comportamento “moral” observado em animais na natureza pode ser produto da cultura e não puro instinto e herança genética como se acreditava até recentemente. Sabe-se, hoje, que animais não humanos são solidários, fazem sexo também por prazer, são capazes de raciocínio lógico e inteligência, conseguem transmitir conhecimentos – a base da cultura – e, portanto, têm uma cultura.  São fatos fascinantes, sejam as estratégias de guerra mostradas nos documentários que focam o mundo animal, sejam as ocorrências de quebra de regras em favor da empatia, mesmo que se saiba, o tempo todo, que tanto a preocupação com o sofrimento alheio quanto a união de esforços na realização de determinadas tarefas são muito importantes para a preservação do grupo.  Por outro lado, a constatação de que os pilares da moralidade humana, a solidariedade e o altruísmo, também se manifestam largamente nos animais, traz uma nova visão da construção dessa moralidade, não mais determinada pela cultura, para controlar nossos instintos animais, mas sim inerentes à nossa constituição animal. São descobertas que causarão, senão uma revolução, pelo menos muita marola nos divãs dos psicanalistas e, quiçá, de outras áreas da ciência."

Rodrigo Constantino complementa: 

"Frans de Waal não concorda com a visão pessimista de que os homens são os lobos dos homens, e que somos a única espécie na Terra que pode vencer os instintos básicos, como se estes fossem todos de natureza negativa. Para ele, assim como para Darwin, nossas características humanitárias baseiam-se em instintos sociais que temos em comum com outros animais. Existem diversos relatos de ações nobres praticadas por animais, como uma gorila que ajudou um menino que caiu no zoológico ou uma chimpanzé que tentou salvar um pássaro machucado. O que consideramos um código moral pode muito bem ter sua origem no próprio processo evolutivo. (...) O animal homem, com características similares tanto aos chimpanzés como aos bonobos, supera seus parentes próximos tanto do lado positivo da escala como do negativo. Para ser cruel, o homem é capaz de atrocidades espantosas, como os regimes nazista e comunista demonstraram. Mas para fazer o bem, o homem também demonstra uma capacidade bastante superior, pelo grau de empatia que é capaz de sentir, pois pode se imaginar no lugar do sofredor como nenhum outro animal. Temos uma natureza tanto competitiva como solidária. "Para serem bem-sucedidos, os animais sociais têm de ser falcões e pombas", afirma Waal. Quanto maior a dependência mútua, maiores as chances de harmonia no convívio. Afinal, quando o seu sucesso depende do sucesso alheio, a hostilidade perde muito de seu sentido. Por isso a globalização e a divisão de trabalho acabam funcionando como entraves para guerras, enquanto o isolamento favorece a hostilidade entre grupos."

Bom, né? 

Voltando aos não-humanos, uma frase de Pedri Ynterian pode resumir, ou ainda melhor, situacionalizar o que vem sendo dito até agora sobre meu principal interesse, o respeito aos animais: "Hoje, é o chimpanzé que é praticamente humano. Amanhã vai ser o resto dos animais. Com o tempo todos terão de ser respeitados."  

Amém, Pedro! 

Mas....sempre tem um MAS! À parte disso tenho que perguntar uma coisa que me angustia, tenho que reconhecer um fato: por que os animais devem ser respeitados apenas por serem tão próximos de nós? Então eles têm de ser quase humanos para não sofrerem crueldades? Os menos próximos não podem ou devem ser respeitados? Discutir isso nos leva a um post anterior: O que é abolicionismo? Lá você vai encontrar definições sobre especismo, bem-estarismo e abolicionismo. (Dê uma olhada também no texto "Humanidade, Animalidade, quais fronteiras?" no www.guiavegano.com.br.) 

Tenho pensado muito sobre esses assuntos, e confesso, feliz, que algumas das idéias que li combinam com as minhas. Primeiro, a bondade, um certo altruísmo, a solidariedade, a cordialidadee até a civilidade não podem ser simplesmente criação de igrejas e seres intelectualmente mais bem preparados....são por demais antigas e comuns no reino animal (novamente, quem convive com animais, sabe...).  

Segundo, creio que a violência não está na natureza humana ou animal, ela é uma resposta gerada por uma necessidade. Ela é aprendida. Você pode ensinar o contrário! Janos Biro, em outro texto sobre os bonobos e os chimpanzés, afirma: 

"Agora sabemos que isso [a violência] não é uma imposição de nossa natureza, é apenas uma escolha de modo de vida. Nossa sociedade não precisa se basear na violência, ela pode se basear na brincadeira, assim como ocorre com nossos parentes paniscus [bonobos]."  

Os animais podem usar a força para convencer e podem não usar...Existem animais que não usam,  entre diversas respostas de comportamento "escolheram" a da paz...os bonobos são assim... Nós também somos animais, gente!!! 

De fato, não sei se podemos dizer que os bonobos fizeram uma escolha e os chimpanzés outra, mas nós podemos fazer, porque temos ao nosso lado a razão. Esse instrumento permite que façamos escolhas conscientes. Ela não nos torna melhor ou pior, nos torna diferentes e capazes de escolher conscientemente e mudar o futuro, o nosso e os de outras espécies. 



Enfim, acho que já disse tudo que esse texto me inspirou a dizer....Talvez volte a ele para retocar alguma coisa..... Muitas perguntas ficam, claro, senão a leitura não teria valido a pena.... Serão esses os melhores argumentos para levar as pessoas a olharem de outro modo os animais não-humanos? Será que podemos ser capazes de tirar os olhos do nosso próprio umbigo e tentar fazer o bem a outros seres que compartilham a Terra conosco? Será que seremos capazes de ultrapassar interesses da nossa espécie em favor de outras? Conseguiremos fazer nossa tendência para a paz ser maior do que nossa tendência para a violência? 

Para mim é mistério....alguém gostaria de dizer alguma coisa? 

Fontes das citações: (Os três textos valem a pena! Vai lá, vai!)

Enquanto pesquisava para fazer este texto, encontrei muito blogs interessantíssimos: 
Alma de Educador
Marco Evolutivo
Bio-Wilson 
O Blog da pré-história
Psicologia Evolucionista na Clínica
Primatas
Guia Vegano

Entre outros, vou completando e os endereços estarão na minha lista de blogs. 
Bjs

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Série eu amo animais e ensino - textos pela castração

Professores podem desenvolver atividades com o tema "direito dos animais"  nas disciplinas mais diversas, como a matemática e a língua portuguesa. Olha só um exemplo...

Você quer saber quantos animais uma cadelinha pode colocar no mundo? Observe a imagem a seguir:

Com o texto misto acima, podemos somar, dividir, descobrir porcentagens, podemos fazer uma leitura compreensiva além de realizar atividades de construção textual, pedindo, por exemplo, aos alunos, que transformem em apenas escrita o que está sendo dito de forma mista. 

Agora, com tantos cachorrinhos nascendo, será que vai ter dono para todo mundo? Não, menos ainda donos responsáveis...a figura a seguir reforça a necessidade da castração e tem uma relação lógica do tipo se X então Y com o primeiro texto: se vão nascer tantos animais em tão pouco tempo, entao precisamos evitar isso, ou seja, castrar. 


É claro que os alunos podem chegar a outras respostas para a questão, como, por exemplo, a solução seria a morte pela carrocinha/CCZ, mas essa discussão pode ser um ponto de partida muito interessante para realizar uma pesquisa e transformar sua aula em um julgamento, inclusive com formalização da linguagem jurídica, no qual os alunos vão aprender a utilizar níveis e modalidades diferentes de língua bem como estratégias de argumentação.  

Você tem outras idéias? Deixe um comentário e colabore para uma educação mais humana!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Atividade com o texto - coesão e coerência - poema

O poema está todo misturado! Quer ajudar? 

Observe as pistas no texto e vá organizando as estrofes. 

O ron-ron do gatinho - Ferreira Gullar
(do livro "Um gato chamado Gatinho", da editora Salamandra)

O gato é uma maquininha

que a natureza inventou,

tem pêlo, bigode, unhas

e dentro tem um motor.



Tudo bobagem, despeito,

esse ron-ron em seu peito

não é doença - é carinho.

Calúnias contra o bichinho!



 É um motor afetivo

que bate em seu coração

por isso ele faz ron-ron

para mostrar gratidão

 


No passado se dizia

que esse ron-ron tão doce

era causa de alergia

pra quem sofria de tosse



 Mas um motor diferente

desses que tem nos bonecos

porque o motor do gato

não é um motor elétrico.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Série amor aos animais - O Natal da Vaca 2804





Estou inspecionando os utensílios de um natal da cultura ocidental. Primeiro caem as luzes da china nas minhas mãos. Elas dormem onze meses do ano na caixa "x-mas", que se encontra no sótão. Quem será que as montou? Uns dos milhares de trabalhadores que trabalham 60 horas por semana ou mais? Tudo por um pouquinho de arroz? Não sei. Lá, estou vendo as bolinhas da árvore de natal, algumas estrelinhas que os filhos fabricaram anos atrás com os dedinhos pequeninos, um anjo com uma asa quebrada, algumas velas e o presépio.No presépio há um casal, uma criança, anjos, pastores, ovelhas, um burro e uma vaca.

A vaca é marrom, mas ela me lembra uma vaca branca com manchas marrons, que vi no último inverno.Visitei uma fazenda no interior de Santa Maria não-sei-do-que. Lá estavam centenas de vacas no pasto, a maioria branca, algumas marrons e poucas brancas com marrom. Não sei se eram de raça, mas elas estavam pastando. Uma estava na cocheira e me olhou com seus olhos grandes, calmos e muito profundos.O capataz me contou que ela dará cria daqui a pouco tempo, e não pode ir para o pasto. Ela já tinha dado muitas crias, a última foi problemática, e agora eles querem observar o animal. Na orelha dela vi uma plaquinha: "2804". Minhas mãos acariciaram a cabeça dela e em seguida ela lambeu meu braço.

Sabem como a língua de uma vaca é áspera? Quase doeu. E aqueles olhos! Ela me olhou de uma maneira que nunca vou esquecer! Ela queria me pedir alguma coisa, mas o quê? E de novo aquela língua. O que será que ela queria? Ela tinha alfafa, milho, água e a cocheira estava limpa.Quando fui visitá-la, há uma semana, ela não estava mais na fazenda. O capataz primeiro nem se lembrou, pois eles possuem centenas de vacas, mas depois que ele deu uma olhada no livro, ele contou que ela dera cria, um terneiro macho. Nove crias ela deu, cada ano uma. Três delas não sobreviveram, mas isso era normal se os terneiros não ficassem com a vaca, disse ele. Por que não ficam com a vaca? Pergunta boba! Para que ela entre logo no cio novamente e produza mais. A fazenda vive disso. - Ela vive dos berros fortes das vacas e dos berros fininhos dos terneiros.

Me lembrou de uma história da Argentina. Alguns vaqueiros atravessaram um lago com um lote de gado numa balsa. As vacas estavam amarradas na balsa com correntes pelos chifres, para não cairem. Mas um terneiro caiu na água e se afastou logo da balsa. Os vaqueiros não conseguiram salvar o bichinho. A perda econômica foi pequena. A mãe vaca berrou desesperadamente e tentou se livrar da corrente. Ela quis salvar o seu filho. Mas a corrente ficou firme. A vaca não desistiu e lutou com forças sobrebovinas. No momento em que ela desapareceu na água, ficaram na balsa a corrente e o chifre dela. Amor materno bovino!

A vaca 2804 então não estava mais na fazenda. Todos os seus filhos desapareceram tão logo nasceram. Posso imaginar como ela berrou! O capataz contou que foi sorte ter vendido a vaca, mesmo tão velha. Foi para a capital do estado, 600 km da fazenda. Pensei nos transportes dos animais, horas a fio no sol, sem água e na chuva, o vento frio, será que ela não sofreu na viagem? E nas curvas – o chifre da vizinha não se cravou nos lados dela? Um buraco na estrada, será que ela caiu? As outras talvez pudessem ter caído em cima dela? Quantos animais sofrem e morrem nas viagens?

Chegando ao frigorífico pode ser que tenha ganho água, ou talvez não. Os métodos na maioria dos frigoríficos são arcaicos. Nem sempre a marreta garante uma morte inconsciente. Ouvi de um funcionário de um frigorífico, que às vezes os animais ficam dez minutos conscientes, sentindo tudo o que acontece, tirarem suas patas, abrirem sua barriga, tirarem seu chifre, não sei o que mais. E a nossa 2804? Ninguém no frigorífico tomou nota das plaquinhas. Branco com marrom? Ih! Muitas!

Amigo, amiga, se você encontrar no seu espeto, no seu prato um pedaço da 2804, diga a ela, não ao pedaço, ... deixe pra lá! Feliz Natal! E um Feliz Ano Novo!



Fonte
Site Pro-Animal http://www.projetoproanimal.com.br/
Bjs

domingo, 7 de dezembro de 2008

Série amor aos animais - receita para a solidão: Chuchu e Elvis!!!

Pessoal, tenho aqui dois animais que procuram por um humano que queira ser amigo para sempre.

O primeiro se chama Chuchu. É um cachorrinho muito querido. Quem toma conta dele é a Juliana, uma garota legal e que ama muito o Chuchu, mas ela não pode mantê-lo em casa, então nós precisamos urgentemente encontrar alguém que possa cuidar dele. Olha só as fotos que ela tirou:





O segundo é o gatinho Elvis. Ele já foi retirado das ruas uma vez e mora com aDrika, só que tem um outro morador na casa que não quer saber dele: um rott! Por isso ele precisa de uma casa nova, de um porto seguro... de um amigo mesmo. Ele não pode ficar onde está, tem apanhado de um Rott! Gente, sabe Deus o que é isso?

Se você quiser ficar com um dos dois, ou mesmo com os dois, não paga nada, não, e tenho certeza de que vai ganhar um amigão (ou dois, quem sabe?).
Mande um e-mail para mim: rosa-belli@hotmail.com
Estou esperando, ok?
Bjs!

Série nova: vi, gostei e trouxe para mostrar!

Nature quilt. Michaela Bloomfield.
Gostaram da figura? É do site da Miriam Salles. Visitei e adorei! Não poderia deixar de mostrar a postagem Ciências, Educação e Blogs. Não vou copiar tudo, é claro. Dê um pulinho (upa!) lá e veja quanta dica legal para quem tem amor à educação. Vai logo Menino(a)!!
Bjs

Série eu amo poesia. Textos para educar.


Não gosto de passarinhos na gaiola....


Sei um ninho.
E o ninho tem um ovo.
E o ovo, redondinho,
Tem lá dentro um passarinho
Novo.

Mas escusam de me atentar:
Nem o tiro, nem o ensino.
Quero ser um bom menino
E guardar
Este segredo comigo.

E ter depois um amigo
Que faça o pino
A voar...

(Miguel Torga)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Experiências

Na postagem anterior, citei o médico do INCOR...mas me lembrei de uma experiência semelhante à vivida pelo cão que grita com as lágrimas, de fato, estive quase no lugar do cão (sim, porque eu poderia gritar bastante no ouvido dos médicos, não é?) .....as minhas duas cirurgias de cesarianas...siiim, isso é meio tétrico,... mas eu me lembro bem de estar deitada, com a barriga aberta, esperando que os médicos tirassem meus bebês e de pensar, meio apavorada: "se esses caras errarem a conta da anestesia, tô lascada!"

Talvez nós possamos entender aquele cãozinho....Dor é dor, medo é medo....

Dica do site Miriam Salles. Informática Educacional e Meio Ambiente: "Assisti, no site da National Geographic, a série Vida no Ventre: Mamí­feros. Dá uma olhadinha lá!
Bjs

Série amor aos animais: Lista nacional de discussão da InterNICHE Brasil

“Quem já viveu a dura experiência de encarar um cão subanestesiado tendo suas vísceras extraídas, e ao olhar seu olhos ver lágrimas, apenas lágrimas como manifestação de dor, já que toda sua musculatura está paralisada pelos bloqueadores neuromusculares, sabe exatamente do que estou falando”. O desabafo é do cientista e médico cardiologista do Instituto do Coração (InCor) de São Paulo, Marcelo Andrade, ativista que lembra da experiência vivida durante a faculdade para exemplificar por que defende que a ciência não precisa da vivissecção."

(Fonte: MARTONI, Lígia. Vivisecção nas Universidades do Paraná. [22/09/2006] Paraná On-line. InternicheBrasil. http://www.internichebrasil.org/noticias2.htm#gazeta)



A e-lista da Interniche Brasil é uma lista de informação, onde você receberá notícias referentes ao uso de animais na educação e na ciência, procurando enriquecer este debate com informações sobre as alternativas e suas vantagens. Além disso, você receberá as atualizações do site da Interniche. Ela conta com a participação de professores, estudantes e membros de grupos de defesa animal.

As mensagens podem ser acessadas pelo site:www.egroups.com/group/internichebrasil

Para se inscrever na lista envie uma mensagem para:internichebrasil-subscribe@yahoogroups.com

P.S.: A mensagem não deve ter nada no subject ou corpo de mensagem

Ou então contate-nos e solicite sua inscrição na lista.
FONTE: SITE DA INTERNICHE BRASIL http://www.internichebrasil.org/
Visite, associe-se, divulgue e não permita que isso aconteça ao seu lado. Seja humano!

Nossos filhos talvez não sejam bons o bastante para o planeta....

Série autocrítica.
Você prefere vê-lo assim....



Ou assim?



Este foi o estado em que encontraram George, gato resgatado por protetores de animais (história completa em http://grazyfp.blogspot.com/). Sabe o que é pior? Havia crianças empurrando George com o pé e ele nem se movia mais. George sente dor. Mas as crianças, provavelmente, não sabiam disso. Ninguém as havia ensinado....Outro dia, uma protetora, amiga minha, me disse que as crianças de uma escola queriam matar os filhotes de uma cadelinha de rua. Ela foi lá e tirou todos eles, levou para casa e está cuidando, dando mamadeira até que eles possam ser desmamados. Bem, talvez voce pense que essa moça não tem mais nada o que fazer....tem, sim, um bebê de um ano, uma casa para cuidar e um emprego para manter....mas não assiste a nada impassível. Como será que essa moça foi educada? Eu gostaria de saber, queria muito que os meus filhos e meus netos fossem como ela.


Bem, quer ver como se ajuda um animal na rua? Dá uma olhadinha neste vídeo da PEA:



"Que eles são seres sensíveis e capazes de trazer felicidade, ninguém pode negar. Que sua sensibilidade de prazer e dor física é menor que a nossa, ninguém pode provar. E que há alguma razão pela qual eles não devam ser respeitados com proporcional ternura, nós não podemos aceitar."
Herman Daggett, The Rights of Animals, An Oration, 1791)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Série amor aos animais: exemplo de cuidado e carinho





Eles andam por toda a cidade de Londrina, no Paraná. Um homem e seus amigos, os animais. Como bom amigo, o homem cuida de seus parceiros. O cavalinho usa um boné para protegê-lo do sol. Talvez você se pergunte o que o homem ganha, caminhando com esse pessoal aí....rsrsrsrsrsrssr .....
Bobinho ou bobinha, o que ele ganha ninguém mais no mundo pode lhe dar, só esse pessoalzinho mesmo: a sensação de ser a pessoa mais importante, bonita, inteligente e merecedora do mundo! Só animais sabem agradecer assim...

bjs

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Finalmente, respostas para as suas dúvidas sobre a vida dos animais usados pelos humanos

Sim, o peixe sente dor quando é pescado....já imaginou um anzol furando seu lábio e puxando seu corpo para fora da água? Imagine todo seu peso puxando para baixo, enquanto um anzol o puxa para cima. Sem contar o fato de que eles morrem por não poderem respirar. (Ah, a minhoca também se sente muito mal mesmo ao ser cortada no meio e espetada no anzol...)

Sim, os bois, vacas, porcos e galinhas (fora os outros animais) que você come sentem dor ao morrer. Muitos, uma quantidade imensa, são cortados, esfolados (retirada a pele), desmembrados e cozidos em água fervente enquanto ainda estão vivos. Lembra de quando queimou o dedinho? Imagine ser cozido vivo! Ah, por falar nisso, é assim que morrem o caranguejo e a lagosta para virar "iguarias" nos pratos. Ué, claro que sente dor...

Nao, nem toda vaca e nem todo coelho viraram alimento para depois sua pele servir de casaco para você! Isso é "conversa para boi dormir"....Uma quantidade enorme sofre muito para que você se esquente no inverno. Sim, não se engane, a pele de focas, coelhos, bois, e qualquer outro animal é retirada enquanto eles estão vivos para que o corte saia "limpo". Os bebês focas são mortos a pauladas para não estragar a pele...É mole? Quer mais? Suas mães assistem horrorizadas a matança sem poder fazer nada....

Sim, cães são mortos depois de sofrerem horrivel e propositadamente para que a carne fique mais macia. É o que os chineses e coreanos do norte acreditam. É verdade! Juro! A adrenalina do sofrimento leva ao amaciamento da carne - de acordo com eles...Isso é que é se julgar especial, hem? Fazer um ser vivo sofrer horrores inimagináveis para agradar ao paladar de um humano....

Os cães são esfolados vivos, pendurados pelo pescoço durante horas, têm patas e pernas quebradas, são mergulhados vivos em água fervente para que a pele se solte. VIVOS!!! Atá saiu na Superinteressante....É, pura adrenalina....!!! Legal, né? Sei não...

Sim, há coisa pior ou de igual crueldade com todo tipo de animais, sim! Não, não estou brincando... Quer ver? Olha, gansos são presos e têm um tubo enfiado pela boca para que comam até não poder mais. Aí, eles ficam tão gordos que os ratos vêm comê-los à noite e eles não podem se levantar para se defender...Ah, esqueci, eles ficam presos em uma baiazinha, sem poder sair para não gastar energia. Como para quê? Para que pessoas com "money" suficiente possam comer seus fígados. É assim, olha, vou explicar para você: eles comem tanto que os fígados deles incham e são retirados para fazer patê. Tem idéia? Não? Imagine retirar seu fígado para fazer patê... Não é nada bom, né? Sentiu uma pontadinha de desespero?
Bem, nem todo mundo que pode come...O Príncipe Charles, da Inglaterra, aboliu o prato do cardápio do palácio. Sim, ele tem consciência de que pode influenciar pessoas.
Olha, mas isso acontece com as nossas galinhas também, tá? É...não somos melhores que os chineses ou os coreanos, não, senhor (ou senhora, desculpe)...Só que nossas crueldades já não nos fazem vista...nem percebemos o que fazemos...
Sim, é bem provável que esse cosmético que você está usando tenha cegado algum coelho para que não fizesse mal a você... Sim, existem muitos meios alternativos de pesquisa, mas custam caro e diminuem o lucro... Ah, sabe o médico que trata você tão bem no consultório? Pergunta para ele quantos cães ele presenciou serem cortados vivos para compreender o funcionamento de um organismo.... E outros animais também. Sim, é dado anestesia, sim....mas é claro que ela pode acabar no meio do estudo e aí pode vira a maior vibração os urros do animal cortado....Não sei como isso pode ser engraçado, mas tem professor que acha.
Pois é, acontece. Juro por Deus!

Olha, a lista vai longe...Há tantas verdades ainda não contadas o suficiente sobre a relação do homem com o animal que até parece que estão escondendo coisas de você, querido leitor ou leitora. Mas, olha, nada fica escondido por muito tempo, viu? E uma hora dessas todo mundo vai descobrir o que certas pessoas insistem em fazer com os animais em laboratórios, em matadouros, em rituais, em casa, nas cozinhas e restaurantes...

Será que alguém vai fazer alguma coisa, hem? Será que alguém vai parar e pensar que isso é crueldade mesmo? Que há seres vivos sendo cozidos ou esfolados, sentindo dores imensas sem que niguëm faça nada?

E certo que há muita gente lutando contra esses abusos, mas não parece ser suficiente! Por quê? Porque falta VOCÊ! Isso mesmo, VOCÊ! Seus vizinhos, seus parentes, sua namorada...Ops, namorado...Falta o que VOCÊ pode fazer....Afinal de contas quem pode contar tudo isso às pessoas que você conhece de modo a que elas acreditem? De maneira a que elas fiquem realmente influenciadas? Só VOCÊ! Se VOCÊ está lá quando um animal é assassinado, só você pode protegê-lo! E você pode! Basta querer...

Entre nessa luta! Leia mais, procure sites de assossiações como a Interniche Brasil, a Arca Brasil, o Instituto Nina Rosa e tantos outros. Pare de comer carne, use somente cosméticos não testados em animais, não use peles de nenhum tipo, proteste, divulgue no seu e-mail, não vá a circos com animais....Há muita coisa para ser feita.... Não se iluda, onde tem lucro, não há tempo nem interesse pelo outro. Mesmo que ele seja um terráqueo feito de sangue e tripas como nós.

Mude! (Ih, viciei nos vídeos!)

Mudar nossos modelos de comportamento faz muito bem, sabia? Está provado que o cérebro agradece demais mesmo as novidades que experimentamos....ele se renova, se refresca, faz musculação e fica em super boa forma...Por que você acha que na infância os dias eram mais compridos? Conforme vivemos, passamos a fazer sempre as mesmas coisas, tudo se repete, o cérebro aprende a viver no piloto automático, a contagem do tempo fica fácil e o dia passa mais rápido. Juro que estou falando a verdade...Aprenda algo novo todos os dias!

Série amor aos animais - Não, animais não sentem....é puro instinto....Ainda bem, não é? Se sentissem como nós...



Vídeo maravilhoso esse que achei no You Tube! Faz a gente pensar muito......

domingo, 23 de novembro de 2008

Série amor aos animais - Sobre as experiências científicas: diga não à crueldade

Para decidir, nós precisamos conhecer...Visite os sites da...






sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Série frases legais sobre animais!



quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Série amor aos animais - Cenas de amor explícito









sexta-feira, 6 de junho de 2008

To my father: poem No. 9 from "Twelve Songs” W.H. Auden


Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

The stars are not wanted now; put out every one,
Pack up the moon and dismantle the sun,
Pour away the ocean and sweep up the wood;
For nothing now can ever come to any good.